Por do sol |
Quem puder, siga.
Quem não, aguarde.
Quem for dia, nasça.
Quem não,
Seja tarde.
Ainda possam todos
Serem noite e estrelas,
Manto negro e luzes.
Sonho e viver
O que há.
Sejam alimento do vazio
De uma vida a alimentar.
O poema não tem fim,
Rompeu-se a inspiração...
Morreu em mim
Qualquer razão
De assim continuar.
Se foi e eu a desejo,
Não pelos versos,
Não por isso,
Mas porque me sinto vivo
Pelas bobagens que digo.
Contudo, deveras tudo passa.
Acharei desse momento
Imensa e total graça,
Apesar do pranto
Que nem choro,
Pois choraria
Se todas as minhas lágrimas
Não se tivessem em deserto
Copiosamente se transformado.
S. Quimas
Obrigado por sua visita. Visite a minha página de arte no Facebook e conheça a minha pintura.
2 comentários:
Muito belo!
Tem os sentimentos de todos!
Grato, José Rosário.
Luz e paz. Um abraço.
Postar um comentário